segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Lava Jato investiga Lula por suspeita de vantagens indevidas durante o mandato

O Ministério Público Federal investiga, em meio aos processos da Operação Lava Jato, se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu "vantagens indevidas", durante o mandato presidencial, de empreiteiras citadas no escândalo do petrolão. Essa é a primeira vez que os procuradores da força-tarefa que trabalha nas investigações sobre o esquema de corrupção na Petrobras admitem publicamente que o petista é alvo de apuração por fatos ocorridos enquanto ele ainda ocupava o Palácio do Planalto. 



O staff do ex-presidente, porém, trabalha com a hipótese até de que medidas de investigação, como quebras de sigilo, podem ser decretadas a qualquer momento. Segundo o procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa do Ministério Público no petrolão, o processo de investigação criminal instaurado contra Lula tem o objetivo de "apurar as supostas vantagens recebidas" pelo petista de construtoras investigadas na Operação Lava Jato. "Os favores recebidos pelo político foram materializados, dentre outros, nos imóveis em Atibaia/SP e no Guarujá/SP", diz o texto.

No fim de janeiro, a Operação Lava Jato deflagrou a fase batizada de Triplo X e anunciou uma varredura em todos os apartamentos do condomínio Solaris, no Guarujá (SP), onde a enrolada empreiteira OAS, investigada por participar do petrolão, assumiu a construção dos imóveis após um calote da Bancoop, a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo. A cooperativa deu calote em seus associados enquanto desviava recursos para os cofres do PT, quebrou em 2006 e deixou quase 3 000 famílias sem seus imóveis, enquanto petistas graúdos, como o ex-presidente Lula, receberam seus apartamentos.



Em abril do ano passado, VEJA revelou que, depois de um pedido feito por Lula ao então presidente da OAS, Leo Pinheiro, a empreiteira assumiu a construção de prédios da cooperativa. O favor garantiu a conclusão das obras nos apartamentos de João Vaccari Neto, por exemplo.

Na última semana, conforme antecipou a coluna Radar, o ex-presidente Lula recorreu ao Supremo Tribunal Federal alegando ser alvo de duas apurações simultâneas, do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público Federal. Ele alegou que não deveria ser investigado na Lava Jato e pediu ao STF que decida onde o processo deve tramitar. Em manifestação entregue hoje ao STF, Deltan Dallagnol defendeu a ideia de que não há conflito de competência nas investigações envolvendo o petista porque o MP em São Paulo e a força-tarefa da Lava Jato estariam lidando com casos diferentes.

Os indícios, segundo Dallagnol, são de lavagem de dinheiro e com participação do pecuarista José Carlos Bumlai e de executivos da construtora Odebrecht e da OAS. Os três já foram denunciados por outros esquemas criminosos envolvendo o petrolão.


FONTE: Veja 

PF investigará FHC por envio de dinheiro à ex-amante

A Polícia Federal decidiu abrir investigação contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, segundo o jornal Folha de São Paulo . O alvo do inquérito serão supostos envios de dinheiro à ex-amante de FHC, Mirian Dutra, com quem o ex-presidente manteve um relacionamento extraconjugal por seis anos.



Também à Folha, Miriam declarou que recebeu US$ 3 mil mensais entre 2002 e 2006 para ela e seu filho Tomás. Dutra afirmou que assinou um contrato fictício com a Brasif – empresa que controlava free shops em aeroportos brasileiros. FHC manteve um relacionamento extraconjugal com a jornalista por seis anos.

O ex-presidente classificou as declarações como “invenção”, "Não tem fato. O que foi que eu fiz de errado? Nada. Vocês estão insistindo em um tema que não existe", disse. "É invenção, não sei de quem. São coisas menores. Estou preocupado com o Brasil." Já a Brasif informou que FHC "não teve qualquer participação nessa contratação, tampouco fez qualquer depósito na Eurotrade ou em outra empresa da Brasif".


FONTE: Noticias Terra

Instituição vê Dilma "isolada" e risco maior de impeachment

O Isolamento da presidente Dilma Rousseff, do PT, reflete a diminuição de sua base de apoio e determina o aumento do risco de impeachment da petista, segundo relatório do Barclays assinado pelo economista Bruno Rovai. De acordo com a instituição financeira, durante a semana passada, três diferentes setores de apoio de Dilma foram abalados a partir da prisão de João Santana, marqueteiro responsável pelas campanhas presidenciais da petista, das fortes críticas de seu partido sobre as políticas econômicas do governo e dos primeiros sinais de que os movimentos sociais estão se distanciando de Dilma.




As acusações contra Santana podem ser utilizadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em uma eventual cassação de sua candidatura de 2014. Rovai diz acreditar que este processo será demorado, mas sinaliza que as denúncias enfraquecem sua imagem ainda mais, o que dificulta a estratégia de Dilma de conseguir apoio no Congresso contra o impeachment. A agenda econômica do governo, que estaria colocando o PT contra a presidente, desestabiliza seu apoio no Congresso.

Os movimentos sociais também reprovam a agenda do governo e acabam contribuindo para que a petista lidere entre os presidentes mais impopulares da história recente. De acordo com o Barclays, esse conjunto de informações aumenta as chances de que a presidente perca o mandato ainda em 2016. O banco aponta que um presidente isolado se torna mais suscetível a um processo de impeachment e pontua que o grande teste de resistência de Dilma será nos protestos contra seu governo previstos para 13 de março.


FONTE: Noticias Terra

Extremista islâmico veio ao Brasil aliciar jovens

Com as fronteiras “abertas” por causa das Olimpíadas no Rio de Janeiro, o Brasil recebeu a visita no mês de janeiro de um xeique saudita que está proibido de entrar em 30 países da Europa. Circulou na internet uma denúncia na época, mas havia pouca informação. Contudo, a revista VEJA divulgou esta semana fatos que comprovam que Muhammad al-Arifi, 45 anos, pregou a jovens e crianças muçulmanos em São Paulo, no Paraná e em Santa Catarina entre 18 e 28 de janeiro.



Está comprovado que o Brasil não está fora do radar dos pregadores radicais. Considerado um dos jihadistas mais influentes do mundo, Al-Arifi é tratado na Europa como uma ameaça. Denunciado por organizações que defendem os direitos humanos, ele foi proibido de levar sua “mensagem de ódio” a todos os países signatários do Acordo Schengen, de livre trânsito entre as fronteiras.

Pertencente aos sunitas, um ramo do islamismo, Al-Arifi é um expoente da sua ala mais radical, o wahabismo. Essa subdivisão na religião muçulmana surgiu na Arábia Saudita no século XVIII. É conhecida por sua leitura literal do Corão. Seus ensinamentos são considerados “matriz ideológica” de organizações terroristas como a Al Qaeda, o Boko Haram, da Nigéria, e o Estado Islâmico.

Desde o início da guerra civil na Síria, em 2011, o líder religioso saudita vem usando a internet para defender o uso de violência pelos sunitas contra os “inimigos” do verdadeiro Islã. Isso inclui judeus, cristãos e muçulmanos moderados. Al-Arifi possui o maior número de seguidores nas redes sociais do Oriente Médio. São 14,3 milhões de fãs no Twitter e 21 milhões no Facebook.



Em 2012, ele esteve no Reino Unido e pregou na mesquita Al Manar Centre, em Cardiff, capital do País de Gales. Ele defendeu os muçulmanos que ofereciam a vida em combates em nome do Islã. Entre seus ouvintes estavam Reyaad Khan e os irmãos Nasser e Aseel Muthana, que posteriormente apareceram em um dos vídeos de propaganda do Estado Islâmico. Para o governo inglês, ele “representa uma ameaça à segurança” por aliciar militantes para lutar pelo Estado Islâmico.

No Brasil, Arifi esteve na sede da Liga Juventude Islâmica Mesquita do Pari, em São Paulo. Ali, participou das orações e fez palestras. Foi recebido pelo xeique brasileiro Rodrigo Rodrigues, o qual defende que já existem um milhão de muçulmanos no país. Em entrevista à VEJA, Rodrigues nega que o clérigo saudita tenha um discurso radical e afirma que ele “é vítima de uma campanha difamatória e de perseguição”. Segundo a revista, o xeique pedia aos seus ouvintes: “Nunca se esqueça daqueles irmãos que literalmente dão a vida pela religião”.
Embora não haja registros em vídeo de tudo que ele falou enquanto esteve no Brasil, não há motivos para imaginar que mudaria seu conhecido discurso de aliciamento e radicalização.



Al-Arifi esteve também na favela Cultura Física, na cidade de Embu das Artes, na região metropolitana de São Paulo. Foi recepcionado pelo cantor de rap César Rosalino, que, convertido ao Islã, adotou o nome de Abdul al Qadir. Ele vive da venda de roupas estampadas com os símbolos de organizações terroristas como Hamas e Jihad Islâmica. Foi anunciado que Al-Arifi tem interesse em patrocinar a expansão de mussalas (casas de oração) para ampliar a difusão do islamismo no Brasil.

Um policial federal que atua no monitoramento de extremistas, explica que a visita do saudita a favelas não é por acaso. Estudos recentes com convertidos no Ocidente mostram que o processo de radicalização islâmica inclui a revolta natural da juventude mais pobre. O fato é que o Estado Islâmico já atraiu mais de 30 000 jovens de 100 países para seu exército terrorista. Os propagadores da jihad pedem que os muçulmanos que vivem no Ocidente lutem nesta “guerra santa” em seu próprio país. Esse ideal é difundido pela pregação nas mesquitas, mas ganhou muita força no material divulgado pela internet. Assim foram recrutados os jovens responsáveis pelos dois ataques do ano passado em Paris. Embora não há provas.


FONTE: Gospel Prime

Eclipse solar total ocorrerá em 09 de Março de 2016

A lua fica entre a Terra e o sol para criar um eclipse em média de 2,4 vezes por ano, de acordo com “Mr. Eclipse”, o astrofísico Fred Espenak. Em 2016 o primeiro eclipse solar ocorrerá principalmente sobre o Sudeste da Ásia, como a lua cai a sua sombra em cima das Filipinas em 9 de março em torno hora local 08:20, causando um eclipse solar total.



A lua fica entre a Terra e o sol para criar um eclipse em média de 2,4 vezes por ano, de acordo com “Mr. Eclipse”, o astrofísico Fred Espenak. Em 2016 o primeiro eclipse solar ocorrerá principalmente sobre o Sudeste da Ásia, como a lua cai a sua sombra em cima das Filipinas em 9 de março em torno hora local 08:20, causando um eclipse solar total. (Animações por NASA)



O eclipse solar de 9 de março de 2016 será um eclipse total visível no Sudeste Asiático, Austrália e Oceano Pacífico. A totalidade será visível em Sumatra, Bornéu e algumas ilhas do Pacífico. É o eclipse número 52 na série Saros 130 e terá magnitude 1,045 [wikipedia.org ]


No vídeo abaixo ative a legenda com tradução.



FONTE: Apocalipse News

Dengue não se pega, Dengue se fabrica afirma especialista

Professor Jaime Bruning, formado em Filosofia pela PUC de Curitiba desde 1968. Após 13 anos atuando como professor, resolveu mudar de profissão para dedicar-se totalmente à saúde da população. Hoje, aos 69 anos de idade, dedica-se à medicina alternativa, a qual gosta de chamar de “Medicina Natural Original”, onde se utiliza apenas os recursos que a natureza oferece. 


Autor de vários livros, dentre eles: A SAÚDE BROTA DA NATUREZA, um grande sucesso nacional que já está na 24ª edição. Proferiu mais de 3.300 palestras no Brasil e no exterior: Alemanha, Suíça, Espanha e Paraguai. Há mais de 15 anos, aderiu a uma técnica revolucionária, conhecida como bioenergética ou bio saúde (Dr. Yoshiaki Omura # Dr. Áton Inoue), baseada na sabedoria do inconsciente humano, na qual o paciente recebe orientações e se trata em casa. Com uma mudança de foco e uma receita surpreendentemente simples, promete prevenir e solucionar de vez o problema da Dengue.




O que é dengue? 

É uma febre, de origem virótica, causada pelo Flavi vírus, o qual se contamina e multiplica somente no lixo em fermentação, nas águas sujas, nos esgotos e fossas, então se torna perigoso. Ele não consegue se multiplicar em águas limpas. Este vírus pode causar hemorragias internas nos intestinos, conhecida como dengue hemorrágica, a mais perigosa, a qual pode levar a morte.



Assista o Vídeo Abaixo:




Como o Flavi vírus chega até nós para causar a dengue?

Pelo contato direto com os focos: lixo, águas sujas, esgotos e fossas. Pelos alimentos ou águas que tiveram contato com estes focos do vírus. Através dos mosquitos Aedes aegypti e do Aedes albopicus, os quais se infectaram nesses focos citados, ou picando alguém já infectado.

Então poderão se tornar transmissores, jamais causas da dengue por si só, pois precisam encontrar um hospedeiro fraco. Por isso uma pessoa bem nutrida, com higiene interna e externa, jamais terá dengue. Não existe dengue na roça, no mato, nos campos. Pelo fato da vida em harmonia com a natureza nesses lugares. A energia vital e a imunidade permanecem altas, pelos seguintes motivos:

Alimentação produzida e colhida no próprio local, tudo fresco e com todas as suas propriedades nutritivas; água pura natural, se apanha bastante sol, vida e sono tranquilos; ausência de poluição e dos sobressaltos das cidades; ausência de stress. Ausência de focos de contaminação do Flavi vírus já citados; boa qualidade de vida, diferente das cidades.


AS VERDADEIRAS CAUSAS DA DENGUE SÃO:

Imunidade baixa, sangue sujo, má nutrição, é o trio que favorece a dengue;
um corpo humano carente de vitaminas e sais minerais, por não comer frutas e verduras frescas suficientes; as perigosas putrefações intestinais, que intoxicam o organismo, com o lixo interno neles acumulado, o qual pode fermentar e causar a febre da dengue;
lixo externo fermentando, águas sujas, esgotos e fossas, são perigosos focos de contaminação e proliferação do Flavi vírus.


Assista o Vídeo Abaixo:


COMO FICA O MOSQUITO NESSA HISTÓRIA?

“Ao culpar o mosquito como causador da dengue, o homem não quer reconhecer o erro próprio, porque contrariando as leis da natureza, cada qual se converte no pior inimigo de si próprio”. Nas cidades, a desarmonia com a natureza é muito prejudicial à saúde.

O mosquito nunca é culpado de nada. Não é ele que contamina o homem, mas sim, é o homem que contamina o mosquito, e lhe oferece condições favoráveis, para ser um transmissor da dengue. Se o mosquito fosse o causador, todos os picados por ele teriam que contrair a dengue, mas isso não acontece. A prova aí está, nunca se caçou tanto mosquito como atualmente, e nunca houve tanta dengue como hoje. A vitória, portanto está sendo somente do mosquito, porque ele possui, milhões, talvez bilhões de esconderijos em cada cidade, por isso jamais será exterminado. Porém, se fosse possível eliminar todos os mosquitos, a dengue teria desaparecido? Nunca, enquanto permanecerem os focos e as verdadeiras causas da dengue já apontadas. O mosquito é apenas um transmissor ocasional.


COMO EVITAR E COMBATER A DENGUE:

Investir no hospedeiro e não no mosquito, é a solução acertada e eficaz. Manter o sangue e intestinos limpos, o corpo bem nutrido. Fortificar as defesas orgânicas, a energia vital e a imunidade. Pesquisamos uma receita alimentar eficaz contra a dengue:

1 folha de couve
suco de ½ limão
½ copo de água
1 maçã
1 dente de alho
1 colherada de mel

Bater no liquidificador, menos o mel, o qual será misturado depois. Tomar um copo dessa mistura diariamente em jejum, evita com segurança a dengue. Quem já tiver a doença, pode fazer duas doses diárias, uma para tomar em jejum, outra ao deitar. Assim em uma semana se consegue eliminar a dengue. Quem duvida comprove, é fácil, é alimento. Malária e Chikungunya se evita e se trata da mesma forma.

OBS.: Quem tiver diabetes, colite, gastrite não aceita bem o mel, nesses casos evite esta receita, e use só o inhame, como segue.

O inhame é depurativo do sangue, combate infecções e neutraliza a ação do vírus da dengue, o Flavi vírus, por isso ajuda muito a combater a dengue. Melhora também a imunidade. Tomar o suco ou comer inhame duas a três vezes por semana, é muito recomendado.


FONTE: Apocalipse News

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Agência estatal paga até R$ 39 mil para campanha de Dilma

Um órgão quase oculto no sistema de transparência do governo federal virou reduto de um grupo que atuou na campanha à reeleição de Dilma Rousseff e conquistou emprego com salários turbinados e pagamento de altas diárias em viagens internacionais — uma realidade paralela ao cenário de crise, cortes e ajuste fiscal empreendido pelo Executivo a partir de 2015. 

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), passou a abrigar esses militantes que trocaram cargos no governo por funções na agência com remunerações equivalentes ao dobro do que recebiam. Salários, vantagens, diárias e resoluções internas da ABDI são mantidos sob sigilo, diferentemente da transparência a que estão obrigados os ministérios e demais órgãos do Executivo.



O presidente da ABDI, Alessandro Golombiewski Teixeira, foi nomeado por Dilma para o cargo em fevereiro de 2015. Militante do PT do Rio Grande do Sul, Teixeira coordenou o programa de governo na campanha à reeleição. Ao assumir o comando da ABDI, com salário de R$ 39,3 mil, o petista abrigou no órgão mais três militantes da campanha, ocupantes de cargos de assessoramento especial da diretoria cujas remunerações variam de R$ 19,4 mil a R$ 25,9 mil. É mais do que o dobro do valor pago a esses assessores quando eles ocupavam cargos comissionados no Palácio do Planalto ou no Ministério do Planejamento.

Teixeira já exerceu a função de assessor especial do gabinete de Dilma, secretário-executivo do MDIC e presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). Em junho do ano passado, o presidente da ABDI e demais diretores decidiram editar uma resolução — mantida sob sigilo e sem publicidade no site da agência — reajustando o valor das diárias para viagens internacionais da diretoria executiva. No continente americano, o valor saltou de US$ 400 para US$ 700. Fora da América, as diárias saltaram de € 320 para € 700. Ministros de Estado, por exemplo, recebem entre 220 e 460 de diária, podendo optar por dólar ou euro e com variação de valor conforme o destino da viagem.



Na ABDI, presidente e diretores podem viajar em classe executiva — assessores que os acompanham também têm direito ao benefício. Teixeira tem ainda duas secretárias, que ocupam cargos de assessoramento especial e recebem cada uma salário de R$ 19,4 mil.

Em meio a uma crise econômica e a um ajuste fiscal em curso, Dilma anunciou no ano passado o fim da primeira classe para ministros, cortes de diárias e passagens, reduções de salários da própria presidente, do vice e dos ministros — de R$ 30,9 mil para R$ 27,8 mil — e redução de ministérios. O pacote de medidas incluiu a própria ABDI. A proposta da presidente prevê a fusão da agência com a Apex, o que ainda não ocorreu. Fontes da ABDI relatam que, até agora, não houve movimentação do governo nesse sentido.

O chefe de gabinete de Teixeira, Charles Capella de Abreu, atuou tanto na campanha de Dilma de 2010 quanto em 2014. Na disputa pela reeleição, Capella cuidou do escritório da candidata em Brasília. Já a partir de 1º de janeiro de 2015, ele foi exonerado do cargo de chefe de gabinete do ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência, cargo pelo qual recebia R$ 11,2 mil. A secretaria hoje está extinta. Na ABDI, o chefe de gabinete tem salário de R$ 24,9 mil.

No mês passado, Capella participou de acareação com dois personagens centrais da Operação Lava-Jato, promovida pela Polícia Federal (PF). Um inquérito em Curitiba investiga suposto repasse irregular de R$ 2 milhões à campanha de Dilma em 2010 — o ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci é um dos investigados. Capella, que foi assessor de Palocci, participou de acareação com o doleiro Alberto Youssef e com o lobista Fernando Baiano. Youssef, em sua delação, negou ter recebido qualquer pedido de doação à campanha, mas afirmou ter entregue uma quantia de dinheiro similar. No encontro com Capella, não o reconheceu como destinatário do dinheiro. Baiano sustenta ter ocorrido reunião em Brasília para discutir o repasse.



— Não exerci nenhuma atividade de arrecadação na campanha e não conversava com Palocci sobre o tema. Nunca estive, troquei mensagem nem conversei com Paulo Roberto Costa, Youssef e Baiano. Sempre estive tranquilo com o processo e saí de lá ainda mais tranquilo. Não tenho nada a ver com essa história — diz Charles Capella.

O movimento feito do Palácio do Planalto para a ABDI envolve mais duas servidoras. Em março, Leonita de Carvalho deixou cargo de assessora da Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência, onde ganhava R$ 8,5 mil, para ser assessora parlamentar da ABDI, com salário de R$ 19,4 mil. Isabelle Agner Brito deixou a função de assessora especial da Subchefia de Assuntos Parlamentares da extinta Secretaria de Relações Institucionais da Presidência (salário de R$ 11,2 mil) para ser gerente de Gestão da ABDI (R$ 25,9 mil de remuneração). Isabelle não aparece na prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como tendo atuado na campanha em 2014. Nelson Martins Júnior deixou um cargo de assessor no Ministério do Planejamento para ser assessor da gerência de Gestão da agência. O salário aumentou de R$ 8,5 mil para R$ 19,4 mil. Ele atuou na campanha à reeleição de Dilma.

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, apesar de ser fiscalizada por órgãos de controle, contar com recursos públicos e ser controlada pelo Executivo, não informa salários, pagamentos de diárias e atos adotados pela diretoria executiva. Criada para executar políticas de desenvolvimento industrial, a agência surgiu na forma de Serviço Social Autônomo — uma entidade privada sem fins lucrativos.


FONTE: O Globo

"Lula é atacado de forma injusta" diz Dilma

A Presidenta Dilma Rousseff defendeu no sábado (27) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT. Em carta destinada aos militantes, para ser lida na festa de 36 anos do partido, no Rio de Janeiro, ela parabeniza a legenda e destaca ter orgulho de empunhar a bandeira vermelha com a estrela branca. O texto foi lido pelo presidente do PT, Rui Falcão.




Dilma disse que o partido enfrenta “tempos difíceis”. “Há um ataque sistemático aos pilares de nosso projeto de desenvolvimento para o Brasil. Ataque ao nosso maior militante, o presidente de honra Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente Lula é um patrimônio político do nosso País que vem sendo atacado de forma injusta.”

A presidenta afirmou que será solidária a Lula e estará ao seu lado “em todas as batalhas”. Segundo ela, o PT está sendo criminalizado, com base em uma “moralidade seletiva”, por pessoas que estão fazendo “uma luta política com base em factoides, mentiras, insinuações e fofocas”. “Querem, por todos os meios, interditar as ações e iniciativas do meu governo. Não me farão recuar.” A leitura da carta foi interrompida por gritos dos militantes de “Não vai ter golpe”.


FONTE: Noticias Terra

Vocês não vão me destruir', diz Lula sobre acusações

Em discurso de desabafo durante a festa de 36 anos do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que o partido ajude a presidente Dilma, atacou a imprensa, defendeu-se das suspeitas de ser proprietário oculto de um apartamento e um sítio e anunciou que se necessário será candidato a presidente em 2018.



“O Lula paz e amor vai ser outra coisa daqui para frente”, afirmou, diante de uma plateia de cerca de 1.500 pessoas, metade do esperado pela organização da festa. “Eu queria dizer para eles: vocês não vão me destruir, vamos sair mais fortes dessa luta", avisou aos adversários. O petista disse estar “acabrunhado” e “de saco cheio” com as investigações que sofre do Ministério Público de São Paulo e na Operação Lava Jato.

Lula disse que o sítio em Atibaia frequentado por ele e sua família foi comprado pelo amigo Jacó Bittar e outros companheiros como uma “surpresa” para ele usufruir depois de deixar a presidência. “A chácara não é minha”, insistiu. Lula fez duros ataques a revistas e o Ministério Público. 


Dilma

No discurso, o ex-presidente fez um apelo para que o partido ajude Dilma Rousseff a governar, deixando de lado as divergências. “Queria fazer um apelo porque a companheira Dilma, sozinha, não terá força para resolver esse problema”, disse Lula, numa referência à crise. “Dilma precisa de nós para sobreviver aos ataques que está sofrendo. Não pode, num momento de crise, virar as costas e falar que o problema não é meu. Esse governo é nosso e temos de ter responsabilidade de ajudar, de discutir saídas”.



Embora houvesse na plateia uma faixa com a inscrição “Dilma, chega de ajuste fiscal e superávit!”, quando Lula pediu ajuda à presidente, a plateia gritou várias vezes “Não vai ter golpe”.

Para o ex-presidente, o PT não precisa concordar com tudo o que Dilma faz, mas, mesmo assim, deve ajudar o governo a superar a crise. “Nós temos que saber é que estamos juntos. Isso é que nem casamento. Ela pode brigar com você, mas você é marido dela”, comparou.


Eleições

Em uma referência à disputa presidencial de 2018, Lula desafiou a oposição a lançar um candidato competitivo. "Se quiserem voltar ao poder, se preparem para 2018 e vamos disputar democraticamente. Sacanagem a gente não aceita", afirmou em tom inflamado. O petista se queixou, ainda, da cobertura da imprensa sobre acusações que pesam sobre petistas e outros aliados do governo. "Temos um partido chamado Globo, um partido chamado Veja, um partido chamado Outros Jornais, que são a oposição desse País", reclamou.



Lula disse que a próxima disputa deve abarcar um debate de projetos e citou uma série de realizações de seu governo, especialmente inclusão social. O petista admitiu que a situação no País "não é das melhores" e comparou com o Vasco da Gama, seu time no Rio, que caiu para a segunda divisão. "Vocês sabem o que aconteceu, o Vasco caiu e eu continuo vascaíno", discursou.


FONTE: MSN Brasil

"Brasil não pode e não vai parar" diz Dilma

A Presisidenta Dilma Rousseff disse, em entrevista publicada hoje (26) no jornal chileno El Mercurio, que o maior desafio que enfrenta atualmente é a retomada do crescimento, para que o país volte a criar empregos e oportunidades para os brasileiros. Dilma desembarca no início da tarde em Santiago para uma visita de dois dias ao país.



Sobre a crise política no Brasil e o pedido de impeachment contra ela na Câmara dos Deputados, a presidenta reiterou que não há qualquer denúncia de corrupção contra ela. “Independentemente das tentativas de setores da oposição de afastar-me da presidência por meios ilegítimos e ilegais, seguirei cumprindo o que me ordena a Constituição. Temos grandes temas que merecem a nossa atenção, como a reforma da Previdência. O Brasil não pode e não vai parar”.



Segundo a presidenta, a economia brasileira está passando por um momento de transição adaptando-se à nova realidade internacional com o fim do superciclo das commodities. Dilma destacou que a implementação de um conjunto de medidas para garantir a solvência fiscal é parte do compromisso do governo para a retomada do crescimento.

Questionada sobre como espera terminar seu mandato, Dilma afirmou que gostaria de entregar a seu sucessor, daqui a três anos, um país em plena recuperação econômica com melhora das condições de vida da população.


FONTE:  Noticias Terra

Asteroide passará próximo da Terra no dia 7 de março

Um asteroide está se aproximando do nosso planeta e deve passar bem perto daqui no dia 7 de março. Os astrônomos preveem que ele possa passar a 17,7 mil quilômetros de distância da Terra, algo considerado próximo para os padrões da astronomia.



Gerald McKeegan, do Centro de Ciência e Espaço Chabot, em Oakland, nos EUA, disse: “Vai ser perto, Mas ele vai nos perder. Não há nada com o que se preocupar”.

Os astrônomos afirmam que realmente não há com o que se preocupar, mas se o asteroide passar abaixo do que se estima, ele estará orbitando a distâncias inferiores de alguns satélites de comunicação.

O Asteroid 2013 TX68, como é conhecido, foi estimado tendo cerca de 30 metros de diâmetro, segundo a NASA. Asteroide está se aproximando do nosso planeta e deve passar bem perto daqui no dia 7 de março. NASA não acredita que ele possa ser uma ameaça.


FONTE: Gadoo

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Se precisar, serei candidato a presidente em 2018, diz Lula

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva disse neste sábado (27) no Rio de Janeiro que, se o PT entender que é necessário, ele será candidato à Presidência em 2018. A afirmação foi feita durante festa de comemoração dos 36 anos do partido, na cidade do Rio. Em um discurso de quase 40 minutos, Lula criticou a oposição e a imprensa que, segundo ele, estão tentando atingi-lo “com mentiras, com vazamento de informações e a criminalização" por meio de notícias, sem que haja qualquer julgamento.

O ex-presidente negou que seja o dono do triplex no Guarujá e do sítio em Atibaia – imóveis investigados pela Justiça e que tiveram destaque na imprensa nos últimos dias. Segundo ele, o sítio, por exemplo, foi comprado por seu amigo Jacó Bittar. O acordo era que a família de Lula também usufruísse da propriedade quando ele deixasse a Presidência.



“Eles pensam que, com essa perseguição, vão me tirar da luta. Eles não conhecem o PT. Se quiserem me derrotar, não vão me derrotar mentindo. Terão que me enfrentar nas ruas, conversando com o povo brasileiro”, disse Lula. “Se eles quiserem voltar ao poder, vão ter que aprender a ser democráticos, disputar eleições e acatar o resultado. Se eles quiserem, se preparem para 2018. Afiem suas garras e vamos disputar democraticamente.”

Em seu discurso, Lula também disse que, apesar das divergências entre o PT e o governo da presidente da República, Dilma Rousseff, o partido está ao lado dela. Lula disse que está à frente de um exército de milhares de soldados para defender o mandato de Dilma.

“Por mais que tenha discordância em alguma coisa, a Dilma tem que ter certeza de que o lado dela é esse. Ela precisa de nós para poder sobreviver aos ataques que ela vem sofrendo no Congresso Nacional pelos nossos adversários”, disse Lula.

Lula foi o grande homenageado da festa de 36 anos do PT, no Armazém da Utopia, na zona portuária do Rio de Janeiro.


FONTE: Noticias Terra

Arqueólogos descobrem peças de tecidos da época dos reis Davi e Salomão

Arqueólogos israelenses anunciaram a descoberta no vale de Timna de diferentes peças de tecidos da época dos reis Davi e Salomão, do século X antes de Cristo. O achado é raro, pois tecidos se deterioram com muita facilidade. Embora tenham cerca de 3.000 anos, eles mantiveram suas cores. Alguns eram de peças de vestuário, outros de bolsas e há também pedaços de tendas e de cordas. Por estarem num local extremamente seco, isso ajudou na conservação de suas características.



Segundo o Dr. Erez Ben-Yosef, chefe da escavação, a descoberta pode ensinar muito sobre as roupas e tecidos usados naqueles tempos. No local, também há diversos tipos de sementes e evidências dos costumes dos edomitas. Acredita-se que no local da descoberta funcionavam minas de cobre pertencentes ao rei Salomão e que edomitas trabalharam ali. A Universidade de Tel Aviv divulgou a descoberta na quarta (24). “Não havia tecidos em outros locais de escavação, como Jerusalém, Megido e Hazor. Agora, temos uma janela única para todo um aspecto da vida antiga, da qual nunca tivemos evidência física antes”, diz a nota de Bem-Yosef.
“[as descobertas] fornecem informações novas e importantes sobre os edomitas, que, segundo a Bíblia, guerrearam com o Reino de Israel”.

Ben-Yosef também destacou que sua equipe encontrou milhares de sementes cujo teste de datação por radiocarbono aponta para os tempos do rei Davi. “Esta é a primeira vez que sementes deste período histórico foram encontrados em quantidades tão grande”, afirmou.
“Com o avanço da ciência moderna, temos opções de pesquisa que eram impensáveis ​​há algumas décadas. Podemos saber como era o vinho típico da época do rei Davi, por exemplo, além de compreender os processos de cultivo que foram preservados no DNA da semente.”
Os arqueólogos estão trabalhando no vale de Timna desde 2013, quando confirmaram ter descoberto o local das minas do rei Salomão. Além de tecidos e sementes, as escavações revelaram metais, cerâmica e alimentos.


Importância das minas de cobre

Embora existam antigas lendas sobre as “minas do rei Salomão”, a riqueza não era ouro e pedras preciosas, como foi mostrado em antigos filmes de Hollywood. O cobre era usado para produzir ferramentas e armas, sendo um recurso muito valioso em sociedades antigas. As condições de vida de quem o extraía das minas eram muito árduas. Os mineiros na antiga Timna deviam ter sido escavados por escravos ou prisioneiros de guerra. Já o ato de fundição, que transforma o material bruto em metal maleável, exigia uma habilidade que poucos tinham.

“A posse de cobre era uma fonte de grande poder, tanto quanto o petróleo é hoje”, explica o Dr. Ben-Yosef. “Se uma pessoa tinha o conhecimento raro de como ‘criar o cobre”, dominava uma tecnologia extremamente sofisticada para a época. Ele era considerado quase como um mágico e seu status social refletia isso”. Um aspecto importante de mais essa comprovação do relato sobre as minas terem pertencido a Salomão é que muitos dos utensílios do templo e até mesmo o revestimento das paredes eram feitos com este material.

Israel vem sendo acusado por líderes muçulmanos há décadas de mentir sobre a existência de um templo no local onde estão as mesquitas de Omar e Al-Aksa. O argumento recorrente é que não existem provas arqueológicas disso, apenas relatos bíblicos. Mesmo proibidos de realizar escavações no local, considerado sagrado pelos islâmicos, os arqueólogos em Israel têm encontrado nos últimos anos diferentes indícios que reforçam os relatos do Antigo Testamento.


FONTE: Gospel Prime

Agente cancerígeno é encontrado em 14 cervejas alemãs

Diversas marcas de cerveja alemãs foram detectadas com herbicida glifosato, informou nesta quinta-feira (25) um instituto de análise de Munique. O teste envolveu 14 marcas, entre elas as mais conhecidas da Alemanha, como Beck's, Paulaner, Warsteiner, Krombacher, Oettinger, Bitburger, Veltins, Hasseroeder, Radeberger, Augustiner, Franziskaner, Konig Pilsener e Jever.



Foi encontrado um índice entre 0,46 e 29,74 microgramas por litro nas bebidas, sendo que os casos mais críticos apresentavam uma concentração 300 vezes superior ao 0,1 micrograma permitido por lei para água potável. O laboratório de Mônaco disse que não há um limite legalizado para a substância na cerveja, mas alertou sobre os riscos do glifosato no corpo humano. Alguns organismos internacionais, como a International Agency for Research on Cancer (IARC) classificou o herbicida glifosato como "provavelmente cancerígeno" para o homem em março de 2015.



No entanto, o Instituto Federal de Avaliação de Risco (BFR) disse que os resíduos de glisofato na cerveja são "plausíveis" do ponto de vista científico, já que o uso do herbicida é autorizado contra ervas daninhas. A associação de produtores de cerveja da Alemanha também criticou a análise, dizendo que o estudo "não é confiável". "A acusação de que os produtos não controlam suas matérias-primas é absurda e completamente infundada", disseram.



Já a União dos Cultivadores Alemães (DBV) admitiu que o herbicida pode ser usado no cultivo do malte. "Na Alemanha, temos a mais rigorosa regulamentação para as plantas", disse um porta-voz da entidade, em Berlim. A cerveja é considerada a bebida mais famosa da Alemanha e está ligada à tradição do país. Ela geralmente é fabricada com lúpulo, malte, fermento e água. Por sua vez, o herbicida glifosato é um dos mais difundidos no Brasil e no mundo, usado principalmente em lavouras de soja.


FONTE: Noticias Terra


Lula pede para STF suspender investigações sobre sítio e tríplex

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para retirar do âmbito da Lava-Jato as duas investigações que apuram se ele foi beneficiado de forma irregular com favores de empreiteiras com reformas no sítio em Atibaia e no tríplex no Guarujá, ambos em São Paulo. Os advogados também pedem que as investigações sejam suspensas até uma definição sobre o foro adequado para processar o petista. A defesa informa que Lula foi intimado nesta sexta-feira para prestar depoimento na próxima quinta-feira ao Ministério Público de São Paulo. E que, se não comparecer, poderá ser conduzido à força pela Polícia Civil e Militar.



“Diante da iminência de providências em ambos os procedimentos investigatórios limitadoras da liberdade individual do autor (Lula), mostra-se de rigor a concessão de medida liminar para o fim de suspender a tramitação de ambos até o final do julgamento da presente ação”, disse a defesa. A decisão caberá à ministra Rosa Weber, sorteada para a relatoria da ação.

Em uma das investigações, Lula é suspeito de ocultação de patrimônio por ser o verdadeiro dono de um apartamento tríplex no Guarujá. Esse caso está sendo conduzido pelo Ministério Público estadual. No outro, o petista é apontado como beneficiário de reformas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia. Os autos das apurações estão com o juiz Sérgio Moro, que conduz a Lava-Jato na primeira instância da Justiça Federal, em Curitiba.



Houve compartilhamento de provas nos casos. Por isso, a defesa alega que o objeto das investigações é o mesmo. Os advogados argumentam que uma pessoa não pode ser investigada pelo mesmo fato em dois processos diferentes. O pedido é para que o STF defina se as apurações devem ser conduzidas na Justiça Estadual ou na Justiça Federal. “Diante desse cenário, não há dúvida a respeito do conflito de atribuições entre o Ministério Público Federal e o Ministério Público Estadual, bem como a necessidade de que esta Excelsa Corte defina qual deles deve prosseguir nas investigações e atos persecutórios”, diz a ação.

A defesa volta a negar que Lula e a família dele sejam donos de qualquer das duas propriedades. E afirma que as apurações não guardam nexo algum com o escândalo de desvios de dinheiro da Petrobras. “Não há qualquer relação entre o objeto da investigação vertido nos Procedimentos Investigatórios Criminais em questão e a chamada Operação Lava Jato”, diz o texto. Lula foi intimado para prestar depoimento perante o Ministério Público de São Paulo sobre o caso do tríplex. O interrogatório está marcado para as 11h.


FONTE: MSN Brasil

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Mendes manda apurar pagamentos de campanha de Dilma

O ministro Gilmar Mendes, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enviou nesta sexta-feira cópias de documentos e notas fiscais da campanha presidencial do PT de 2014, que reelegeu Dilma Rousseff, para que órgãos de investigação apurem possíveis irregularidades em contratos da legenda com sete empresas. 

O material foi remetido ao Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo, Secretaria de Fazenda de São Paulo, Secretaria da Receita Federal, Conselho de Administração de Operações Financeiras (Coaf) e Polícia Federal. O encaminhamento do ministro acata a um pedido feito pelo PSDB, que alega haver indícios de "irregularidade e ilegalidade na contratação e pagamento efetuado a empresas que não possuem capacidade operacional para prestar os serviços avençados pela campanha do PT".



Os tucanos afirmam haver evidências de que as empresas aparentam ser "de fachada" e foram contratadas por valores "exorbitantes e desproporcionais". O pedido foi feito dentro da prestação de contas do PT, do qual Mendes é relator. As empresas citadas pelo PSDB são: Mariana Produtos Promocionais Ltda, Rede Seg Gráfica e Editora, Vitor H G de Souza Design Gráfico ME, Marte Ind. e Com. de Artefatos de Papéis Ltda, Francisco Carlos de Souza Eirelli, Door2Door Serviços Ltda e DCO Informática.

Os advogados do PSDB pedem que sejam apurados indícios de que essas instituições, supostamente incapazes de cumprir com o objetivo dos contratos na campanha da presidente Dilma Rousseff, estejam envolvidas em práticas criminosas, como lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.


FONTE: Veja Abril

PF aponta pagamento 'por fora' de R$ 4 mi da Odebrecht a marqueteiro de Dilma

A Polícia Federal pediu nesta sexta-feira, 26, a prorrogação da prisão temporária do ex-marqueteiro do PT e sua mulher e sócia, João Santana e Mônica Moura com base em novas provas incluindo uma nova planilha de pagamentos apreendida com a funcionária da Odebrecht Maria Lúcia que, segundo os investigadores, apontam o repasse de R$ 4 milhões no Brasil para o "programa Feira", sigla que a PF suspeita ser uma referência ao marqueteiro, entre outubro e novembro de 2014, durante o segundo turno das eleições presidenciais. Cabe ao juiz Sérgio Moro decidir se acata ou não o pedido de prorrogação das prisões.




O PEDIDO DE PRORROGAÇÃO DA PRISÃO

A planilha descoberta no computador da funcionária detalha um total de sete pagamentos entre 24 de outubro e sete de novembro daquele ano somando R$ 4 milhões e ainda um valor negociado total de R$ 24 milhões "claramente à margem da contabilidade oficial da Odebrecht", apontam os delegados Márcio Adriano Anselmo e Renata da Silva Rodrigues no pedido de prorrogação da prisão do casal.

Também chamou a atenção dos investigadores uma coluna da planilha intitulada "Cid" associada aos pagamentos e na qual aparecem as siglas "SAO" "o que leva a crer tratar-se da cidade de São Paulo e um 'status' de 'totalmente atendida'", seguem os delegados no documento.



Além destes elementos, a Polícia Federal aponta novos bilhetes e anotações encontradas na casa da funcionária da Odebrecht que reforçam as suspeitas de que ela tratava de repasses e mantinha contatos com Mônica Moura utilizando-se da sigla "feira" . Os investigadores ainda reforçam que a planilha de pagamento "Italiano" compartilhada em trocas de mensagens dos executivos da empreiteira indica que o casal teria recebido recursos ilícitos no Brasil em anos eleitorais.

No documento, os delegados anexam trecho da planilha em que aparece referências de pagamentos de R$ 18 milhões e R$ 5,3 milhões em 2008, ano em que o casal trabalhou nas campanhas municipais de Marta Suplicy, então no PT, Gleisi Hoffmann e Vander Loubet, também petistas.

O casal de marqueteiros, em depoimento, afirmou que os valores recebidos em conta secreta na Suíça são relativos a campanhas eleitorais realizadas na Venezuela e em Angola. O criminalista Fábio Tofic, com base nos depoimentos, pediu a liberdade do casal e afastou o elo dos recebimentos irregulares com campanhas no Brasil. A Odebrecht vem negando envolvimento em irregularidades.


FONTE: MSN Brasil

Odebrecht, Lula e uma campanha de US$ 50 milhões

O depoimento à Polícia Federal (PF) da publicitária Mônica Moura - mulher e sócia de João Santana, principal marqueteiro do PT - voltou a pôr em evidência a atuação do casal na campanha à reeleição do presidente angolano, José Eduardo dos Santos, em 2012 e os laços do publicitário com a construtora Odebrecht.

Detida com Santana na terça-feira na Operação Lava Jato - que investiga denúncias de corrupção envolvendo políticos, construtoras e a Petrobras -, Moura disse à PF na quinta-feira que a campanha em Angola custou US$ 50 milhões, dos quais US$ 20 milhões teriam sido recebidos por "contratos de gaveta", não declarados. Segundo Moura, os US$ 50 milhões englobavam uma pré-campanha, a campanha e uma consultoria para os pronunciamentos do presidente angolano, no poder desde 1979.



Santana, que também depôs nesta quinta-feira, confirmou ter recebido US$ 50 milhões pela campanha em Angola e atribuiu o valor ao "custo extremamente alto do país", causados por problemas de infraestrutura e riscos envolvendo "conflitos étnicos", entre outros fatores.
Pelo câmbio de 2012, a eleição em Angola rendeu cerca de R$ 100 milhões a Santana. No Brasil, país sete vezes maior que Angola, o publicitário recebeu R$ 70 milhões pela campanha à reeleição de Dilma Rousseff, segundo assessores do PT.

Santana levou a Angola uma equipe com cerca de 75 brasileiros, muitos dos quais permaneceram no país por ao menos seis meses. A equipe se hospedou em dois dos hotéis mais caros da capital, Luanda - o HCTA (à época com diárias de US$ 575 para quartos individuais) e o Alvalade (US$ 407) -, e usou aviões em várias viagens pelo interior do país.



O valor que agora Santana diz ter recebido pelos serviços em Angola difere do que ele apresentou em maio de 2015, quando a Lava Jato investigava se ele havia transferido US$ 16 milhões do país para o Brasil para quitar dívidas de campanha do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), em 2012. Na época, Santana afirmou que a campanha em Angola havia custado US$ 20 milhões e que ele pagara US$ 6,29 milhões em impostos para enviar o dinheiro legalmente ao Brasil. O publicitário negou que o dinheiro tenha sido usado na campanha de Haddad.

No depoimento na quinta, Moura disse acreditar que o casal tenha recebido no exterior entre US$ 3 milhões e US$ 4 milhões da Odebrecht por campanhas realizadas fora do Brasil. A Odebrecht tem presença expressiva em cinco dos seis países onde Santana já trabalhou como marqueteiro: Argentina, Venezuela, República Dominicana, Panamá e Angola. Em Angola, a companhia é a maior empregadora privada do país, com negócios nos setores de supermercados, construção civil, agronegócio e diamantes, entre outros.



Em 2012, ao fazer uma reportagem em Angola sobre a participação de João Santana na eleição local, a BBC Brasil ouviu de pessoas próximas à cúpula do MPLA, o partido do presidente angolano, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi decisivo para a sua escolha como chefe da campanha. Lula esteve no país em junho de 2011, quando se reuniu no mesmo dia com o presidente angolano e com o então presidente da Odebrecht, Emílio Odebrecht. Naquela viagem, paga pela Odebrecht, Lula ainda visitou uma obra da empresa e discursou a parlamentares e estudantes. Em nota à BBC Brasil, o Instituto Lula afirmou que "o ex-presidente Lula não intermedeia contratações".

Pagamentos de lobista

Mônica Moura confirmou ter recebido US$ 4,5 milhões do engenheiro Zwi Skornicki
No depoimento de quinta, Mônica Moura confirmou ter recebido US$ 4,5 milhões do engenheiro Zwi Skornicki, que teria lhe sido indicado por "uma mulher responsável pela área financeira da campanha presidencial de Angola", não nomeada. Skornicki foi preso preventivamente na segunda-feira, acusado de envolvimento nos desvios na Petrobras.

Moura afirmou ainda que a campanha de Santana pela reeleição de Hugo Chávez na Venezuela em 2012 custou cerca de US$ 35 milhões e que grande parte do valor não foi declarada. Ela disse que, ao enfrentar dificuldades para receber pagamentos pela campanha, foi orientada a procurar o então executivo da Odebrecht Fernando Migliaccio, que teria lhe ajudado a solucionar o problema. Em nota, a Odebrecht disse desconhecer "as tratativas mencionadas por Mônica Moura e João Santana em seus depoimentos".



Em seu depoimento, Santana negou ter qualquer relação comercial com a empresa e disse que Moura é quem cuida da contabilidade da agência. Ele disse ter estado com o presidente da companhia, Marcelo Odebrecht, uma só vez num "evento social", e que no exterior só teve contato com funcionários da empresa para o "acesso a obras e apoio logístico".

A BBC Brasil questionou à Odebrecht se a empresa teve algum envolvimento com as campanhas de Santana no exterior, mas a empresa não respondeu. A BBC Brasil questionou os advogados de João Santana e Mônica Moura sobre a participação da Odebrecht e do ex-presidente Lula em negociações sobre campanhas no exterior, mas não obteve resposta. O MPLA tampouco respondeu perguntas sobre o processo de escolha do marqueteiro, mas afirmou que "Angola não tem nenhum problema com o senhor João Santana".


FONTE: BBC Brasil

Hitler era ateu, afirma escritor

Em um artigo escrito para o site Townhall, o escritor e conferencista Dinesh D’Souza argumentou contra as teses propagadas por ativistas ateus de que Adolf Hitler era cristão. Com o título “Was Hitler a Christian?” (‘Seria Hitler um cristão? ’, em tradução para o português), Dinesh rebate o principal argumento usado por um dos maiores ativistas ateus da atualidade e escritor, Sam Harris, que entende que Hitler era um cristão por ter nascido num lar católico e nunca ter renunciado sua fé publicamente, além de ter escrito no livro anti-semita “Mein Kampf” que a perseguição aos judeus era um mandamento divino: “Ao me defender dos Judeus, defendo o trabalho do Senhor”, afirmou o líder nazista em eu livro.




Em seus argumentos de resposta à tese do ateu Sam Harris, Dinesh afirma que “Hitler guardava um desdém especial pelos valores Cristãos da igualdade e compaixão, os quais ele identificou com a fraqueza. Os principais conselheiros de Hitler, como Goebbels, Himmler, Heydrich e Bormann eram ateus que odiavam a religião e buscavam erradicar sua influência da Alemanha”.

O líder nazista era adepto da teoria da evolução e via na difusão das ideias cristãs, um sério oponente contra a difusão daquilo que entendia ser ideal. Dinesh afirma que no livro “Hitler’s Table Talk” (“Conversas informais de Hitler”)” há “uma coleção reveladora das opiniões privadas do Führer, reunida por uma assistente próxima durante os anos de guerra, que mostra Hitler como sendo furiosamente anti-religioso. Ele chamava o Cristianismo de uma das maiores “calamidades” da história”. Adolf Hitler, segundo os registros desse livro, teria dito que ao final de seu processo de purificação da raça ariana, os alemães estariam livres do que ele entendia ser uma fraqueza: “Vamos ser as únicas pessoas imunizadas contra essa doença”, teria afirmado o Führer, sobre o cristianismo.

Após apresentar seus argumentos, o articulista Dinesh D’Souza menciona que parte das teses nazistas foram baseadas nos ideias ateístas do filósofo Friedrich Nietzsche, e pergunta porque o escritor Sam Harris acha que Hitler seria um cristão: “Sam Harris simplesmente ignora as evidências das afinidades nazistas por Darwin, Nietzsche e o ateísmo. Então que sentido tem sua alegação de que os líderes nazistas eram ‘sabendo disso ou não’ agentes da religião? Evidentemente, nenhum sentido”, conclui Dinesh.




Para acessar o artigo original em inglês, acesse este link. Confira abaixo a íntegra do artigo traduzido por Maximiliano Mendes, divulgado no blog “Apologética no Japão“:

Com vergonha do legado assassino dos regimes comunistas ateus do Século XX, os líderes ateístas buscam empatar o placar com os crentes ao retratar Adolf Hitler e seu regime nazista como sendo teístas, mais especificamente Cristãos. Os websites ateístas rotineiramente alegam que Hitler era Cristão porque nasceu Católico, nunca renunciou ao seu Catolicismo e escreveu em Mein Kampf: “Ao me defender dos Judeus, defendo o trabalho do Senhor”. Os escritor ateu Sam Harris escreve que “o Holocausto marcou o auge de … 200 anos dos Cristãos fulminando os Judeus”, portanto, “sabendo disso ou não, os nazistas eram agentes da religião”.

Quão persuasivas são essas alegações? Hitler nasceu Católico assim como Stálin nasceu na tradição da Igreja Ortodoxa Russa e Mao Tsé Tung foi criado como Budista. Esses fatos não provam nada, pois muitas pessoas rejeitam sua criação religiosa, como esses três fizeram. O historiador Allan Bullock escreve que desde cedo, Hitler “não tinha tempo algum para os ensinos do Catolicismo, considerando-o como religião adequada somente para os escravos e detestando sua ética”.

Então como nós explicamos a alegação de Hitler de que ao conduzir seu programa anti-semítico estava sendo um instrumento da providência divina? Durante sua ascensão ao poder, ele precisava do apoio do povo alemão – tanto os Católicos da Bavária quanto dos Luteranos da Prússia – e para se assegurar disso ele utilizava retórica do tipo “Estou fazendo o trabalho do Senhor”. Alegar que essa retórica faz de Hitler um Cristão é confundir oportunismo político com convicção pessoal. O próprio Hitler diz em Mein Kampf que seus pronunciamentos públicos deviam ser entendidos como propaganda, sem relação com a verdade, mas planejados para influenciar as massas.

A idéia de um Cristo ariano que usa a espada para purgar os Judeus da Terra – o que os historiadores chamam de “Cristianismo Ariano” – era obviamente um afastamento radical do entendimento Cristão tradicional e foi condenado pelo Papa Pio XI no tempo. Além do mais, o anti-semitismo de Hitler não era religioso, era racial. Os Judeus foram atacados não por causa de sua religião – aliás, muitos Judeus alemães eram completamente seculares em seus estilos de vida – mas por causa de sua identidade racial. Essa era uma designação étnica e não religiosa. O anti-semitismo de Hitler era secular.




Hitler’s Table Talk [“Conversas informais de Hitler”, um livro] uma coleção reveladora das opiniões privadas do Führer, reunida por uma assistente próxima durante os anos de guerra, mostra Hitler como sendo furiosamente anti-religioso. Ele chamava o Cristianismo de uma das maiores “calamidades” da história, e disse sobre os alemães: “Vamos ser as únicas pessoas imunizadas contra essa doença”. Ele prometeu que “por intermédio dos camponeses seremos capazes de destruir o Cristianismo”. Na verdade, ele culpava os Judeus pela invenção do Cristianismo e também condenou o Cristianismo por sua oposição à evolução.

Hitler guardava um desdém especial pelos valores Cristãos da igualdade e compaixão, os quais ele identificou com a fraqueza. Os principais conselheiros de Hitler, como Goebbels, Himmler, Heydrich e Bormann eram ateus que odiavam a religião e buscavam erradicar sua influência da Alemanha.

Em sua História em vários volumes do Terceiro Reich, o historiador Richard Evans escreve que “os nazistas consideravam as igrejas como sendo os reservatórios mais fortes da oposição ideológica aos princípios nos quais eles acreditavam”. Quando Hitler e os nazistas chegaram ao poder lançaram uma iniciativa cruel para subjugar e enfraquecer as Igrejas Cristãs na Alemanha. Evans aponta que após 1937, as políticas do governo de Hitler se tornaram progressivamente anti-religiosas.

Os nazistas pararam de celebrar o Natal, e a Juventude de Hitler recitou uma oração agradecendo ao Fuhrer, ao invés de Deus, por suas bênçãos. Aos clérigos considerados como “problemáticos” era ordenado que não pregassem, centenas deles foram aprisionados e muitos foram simplesmente assassinados. As Igrejas estavam constantemente sob a vigilância da Gestapo. Os nazistas fecharam escolas religiosas, forçaram organizações Cristãs a se dissolverem, dispensaram servidores civis praticantes do Cristianismo, confiscaram propriedade da igreja e censuraram jornais religiosos. O pobre Sam Harris não é capaz de explicar como uma ideologia que Hitler e seus associados entendiam como uma renúncia ao Cristianismo pode ser apresentada como o “auge” do Cristianismo.

Se o nazismo representava o auge de algo, era o auge do Darwinismo social do final do Século XIX e início do XX. Como documentado pelo historiador Richard Weikart, tanto Hitler quanto Himmler eram admiradores de Darwin e freqüentemente falavam do papel deles como promulgadores de uma “lei da natureza” que garantiria a “eliminação dos ineptos”. Weikart argumenta que o próprio Hitler “construiu sua própria filosofia racista baseado em grande parte nas idéias do Darwinismo social” e conclui que embora o Darwinismo não seja uma explicação intelectual “suficiente” para o nazismo, é uma condição “necessária”. Sem o Darwinismo, talvez não houvesse nazismo.




Os nazistas também se inspiraram no filósofo Friedrich Nietzsche, adaptando a filosofia ateísta dele aos seus propósitos desumanos. A visão de Nietzsche do ubermensch [super-homem] e sua elevação a uma nova ética “além do bem e do mal” foram adotadas de forma ávida pelos propagandistas nazistas. A “sede pelo poder” de Nietzsche quase se tornou um slogan de recrutamento nazista. Em nenhum momento estou sugerindo que Darwin ou Nietzsche teriam aprovado as idéias de Hitler, mas este e seus comparsas aprovavam as idéias daqueles. Sam Harris simplesmente ignora as evidências das afinidades nazistas por Darwin, Nietzsche e o ateísmo. Então que sentido tem sua alegação de que os líderes nazistas eram “sabendo disso ou não” agentes da religião? Evidentemente, nenhum sentido.

Então, à montanha de corpos que os regimes misoteístas [que odeiam Deus] de Stálin, Mao, Pol Pot e outros produziram, nós devemos adicionar os mortos do regime nazista, também misoteísta. Assim como os comunistas, os nazistas deliberadamente atacaram os crentes, pois eles queriam criar um novo homem e uma nova utopia livre das amarras da religião e moralidade tradicional. Em um artigo anterior eu perguntei qual é a contribuição do ateísmo para a civilização. Uma resposta àquela questão: genocídio.


FONTE: Gospel +

Jovem com suspeita de Guillain-Barré morre em hospital no Méier

Uma jovem de 22 anos com suspeita da síndrome de Guillain-Barré morreu no Hospital Salgado Filho, no Méier. O diagnóstico, no entanto, ainda não foi fechado pelos médicos, segundo a Secretaria municipal de Saúde. A síndrome de Guillain-Barré tem sido associada à infecção pelo vírus zika e já preocupa médicos e pesquisadores. A doença acomete, normalmente, o sistema nervoso periférico, podendo causar paralisias.



A paciente, informou a secretaria, chegou à unidade na madrugada de quarta para quinta-feira e, logo em seguida, morreu. Ainda não há mais detalhes, porém, sobre quais sintomas a jovem apresentou.

Como O GLOBO revelou na edição desta quinta-feira, no Hospital Universitário Antônio Pedro, da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, há 23 casos em estudo de pacientes com a síndrome associada à infecção provocada pelo vírus zika.

A correlação entre o zika e distúrbios neurológicos, como a síndrome de Guillain-Barré, está entre os motivos de a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter decretado a emergência internacional.


FONTE: O Globo

Ebola tem sérios efeitos de longo prazo na saúde de sobreviventes

A maioria das pessoas que sobrevivem a uma infecção por ebola terá problemas de saúde de longa duração, dizem médicos do US National Institutes of Health. Seus estudos sobre sobreviventes na Libéria mostraram que um grande número havia desenvolvido fraqueza, perda de memória e sintomas depressivos nos seis meses após a alta hospitalar de uma unidade de ebola.

Outros pacientes tornaram-se “ativamente suicidas” ou continuam a ter alucinações, diz a “BBC”. Mais de 17.000 pessoas na África Ocidental sobreviveram à infecção por ebola. A prova, a ser apresentada na reunião anual da Academia de Neurologia, é uma visão antecipada de um estudo muito maior de problemas de saúde a longo prazo identificados após o ebola.



A análise inicial, em 82 sobreviventes, mostrou que a maioria tinha tido problemas neurológicos graves durante a infecção, incluindo meningite, alucinações ou coma. Seis meses mais tarde, novos problemas de longo prazo tinham se desenvolvido. Cerca de dois terços tinham fraqueza do corpo, enquanto dores de cabeça regulares, sintomas depressivos e perda de memória foram encontrados em metade dos pacientes. Dois deles estavam com fortes tendências suicidas no momento da avaliação.

“Foi muito marcante, esta é uma população jovem de pacientes, e nós não esperaríamos ter visto esses tipos de problemas. Quando as pessoas tinham perda de memória, isso tendia a afetar sua vida diária, com alguma sensação de que não poderiam voltar para a escola ou para empregos normais, e alguns tinham problemas de sono terríveis. O ebola não foi embora para essas pessoas”, disse às “BBC” a Dra. Lauren Bowen, do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame.

A infecção pelo ebola devasta o corpo. Alguns dos sintomas podem melhorar com o tempo à medida que o corpo se cura, outros podem ser até devidos a trauma social, já que muitos sobreviventes sofrem ostracismo de suas famílias e comunidades. Entretanto outros sintomas, incluindo problemas oculares, indicam danos no cérebro, que podem não cicatrizar.


TRANSMISSÃO PELO SÊMEN

Enquanto isso, dados apresentados anteriormente na Conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas levantaram preocupações sobre a transmissão sexual do vírus em sobreviventes.

Os resultados indicaram que 38% dos homens tinham sido testados como positivos para ebola no seu sêmen em pelo menos uma ocasião, no ano seguinte à sua recuperação. E, no caso mais extremo, o ebola tinha sido detectado 18 meses mais tarde.

No entanto, a maioria dos sobreviventes relatou ser sexualmente ativa, com apenas quatro em cada 100 desses homens usando preservativo.


FONTE: O Globo

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Senado aprova projeto que enfraquece papel da Petrobras no pré-sal

Os senadores aprovaram na noite de ontem por 40 votos a favor e 26 contra o projeto de lei que muda e enfraquece a atuação da Petrobras no pré-sal. O PT votou contra o projeto, e o governo, que era inicialmente contrário à mudança, aderiu nas últimas horas de discussão.

Minutos antes da votação, o relator Romero Jucá (PMDB-RR) promoveu os últimos ajustes ao projeto de lei original do senador José Serra (PSDB-SP), que previa o fim da obrigatoriedade de a Petrobras ter, pelo menos, 30% de participação nos consórcios que atuam em blocos do pré-sal e ser a operadora única dessa região — ou seja, a empresa que executa, de fato, as ações de exploração e produção. O texto ainda seguirá para a Câmara e para sanção presidencial.



— Acabo de entregar na mesa o voto substitutivo construído com o senador José Serra, com os vários senadores que atuaram nessa questão e definido também com o governo federal, a Casa Civil e a Secretaria de Governo da Presidência da República — disse Jucá, pouco antes da votação.

Após a aprovação, Jucá defendeu o projeto:

— Não estamos enfraquecendo a Petrobras. Abrimos o mercado, mas resguardamos o filé, a estratégia de atuação da Petrobras.


ESTATAL TERÁ PREFERÊNCIA

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) reclamou da mudança de posição do governo:

— Infelizmente houve uma aliança do governo com o PSDB em cima da hora. Fomos surpreendidos, mas a luta não acaba aqui.

De acordo com o texto de Jucá, o governo oferecerá à Petrobras a preferência de optar por manter ou não o mínimo de 30% de participação nos blocos a serem leiloados e, por consequência, o papel de operadora dessas áreas. A estatal terá até 30 dias para tomar essa decisão. Nos últimos minutos, o relator incluiu no texto a previsão de que o governo federal obrigatoriamente oferecerá essa alternativa à Petrobras.



Ao propor a queda da obrigatoriedade, Serra, que foi autor do projeto de lei, indicou que a Petrobras não tinha mais capacidade de promover investimentos futuros no pré-sal e que, portanto, a queda da exigência aceleraria a exploração desse petróleo:

— A aprovação cria uma perspectiva boa para a economia brasileira, melhora as expectativas da economia.

Em nome da bancada do PT, a senadora Gleisi Hoffmman (PT-PR) afirmou durante a votação do texto:

— O acordo com o governo (em torno do substitutivo de Jucá) avançou na questão, mas o PT não vê a necessidade de pressa para essa votação.

No momento em que o texto era votado no Senado, o ministro do Trabalho e Previdência, Miguel Rossetto, fez uma dura crítica ao projeto. No II Congresso da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Rossetto discursou que as mesmas forças que se opuseram à criação da Petrobras agora querem mexer no marco regulatório do petróleo.


— As mesmas forças que naquela época foram contrárias à criação da Petrobras hoje buscam quebrar as regras do marco regulatório do país, destruindo o direito obrigatório da Petrobras de preservar pelo menos 30% dos investimentos e a garantia de que seja a nossa Petrobras a única operadora dos campos de pré-sal do nosso país. Nós não podemos aceitar um retrocesso — disse.


FIRJAN COMEMORA DECISÃO



Ao longo dos últimos dias, presidentes e executivos de petroleiras internacionais circularam pelo Senado para promover o convencimento dos parlamentares. A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) comemorou a decisão do Senado. No fim da noite de ontem, a Firjan disse, em nota, que a mudança na regra “é um passo importante para estimular a retomada dos investimentos e dos empregos no mercado de petróleo e gás, que hoje enfrenta uma grave crise".

Durante a tarde, no Palácio do Planalto a informação era que Dilma cancelou sua ida ao Rio de Janeiro para acompanhar as votações de ontem, em especial a do pré-sal.


FONTE: O Globo

Conheça a Zona do Silêncio, onde as ondas de rádio são interrompidas e as bússolas ficam desorientadas.

Trata-se de um deserto planetário, a 2 mil metros acima do nível do mar, localizado sugestivamente no paralelo 27, latitude Norte, coincidindo exatamente com a localização do Triângulo das Bermudas, a cordilheira do Himalaia e as Pirâmides do Egito. Um obelisco de ferro, com 2 metros de altura se ergue, misteriosamente, indicando a confluência do local com as três míticas regiões planetárias.

A Zona do Silêncio foi visitada por cientistas de diferentes disciplinas, que consideraram inusitada a ocorrência de meteoritos e vários outros fenômenos sem explicação. Em determinadas partes da região, os relógios enlouquecem, as bússolas ficam desorientadas e os rádios simplesmente deixam de funcionar.



Não é que faltem sons ou ruídos: o nome Zona do Silêncio obedece ao fenômeno em que as ondas hertzianas de rádio não fluem normalmente. É preciso localizar certas bandas de frequência para poder estabelecer a comunicação, apesar de elas sempre serem deficientes. É a impossibilidade de comunicação com o exterior que deu nome ao lugar. 

A área, habitada por pequenos grupos de três e quatro casas, separados uns dos outros por distâncias muito longas, é um verdadeiro deserto. Suas pedras, que não contêm ferro e nenhum outro tipo de material metálico, são, ainda assim, magnéticas, e atraem os ímãs. Acredita-se que, na pré-história, a Zona do Silêncio foi parte de um imenso fundo oceânico, o que explicaria a presença abundante de sedimentos marinhos e esqueletos de peixes e ruminantes fossilizados.


FONTE: History

Johnson & Johnson é condenada por vender talco ligado a câncer nos EUA

A empresa Johnson & Johnson foi condenada por um tribunal do Estado do Missouri, nos EUA, a pagar uma indenização de US$ 72 milhões à família de uma mulher que teve sua morte por câncer de ovário ligada ao fato de ela ter usado, por mais de 35 anos, os talcos Baby Powder e Showder and Showder, ambos pertencentes à companhia.

O veredito foi anunciado na noite de segunda-feira, e os jurados decidiram que parentes da americana Jacqueline Fox deve receber da empresa US$ 10 milhões por danos reais e US$ 62 milhões por danos punitivos, de acordo com os advogados da família e os registros do tribunal.



A Johnson & Johnson enfrenta alegações de que, guiada por um esforço para impulsionar as vendas, acabou falhando durante décadas em alertar os consumidores de que seus produtos à base de talco podem causar câncer. Cerca de mil casos foram arquivados no tribunal do Estado de Missouri, e outros 200 em Nova Jersey. Esta é a primeira vez que uma empresa é condenada a pagar indenização por conta de um desses casos.

Moradora do Alabama, Jacqueline Fox morreu em outubro de 2015, aos 62 anos de idade. Ela havia usado talcos da Johnson & Johnson por mais de 35 anos antes de ser diagnosticada com câncer, três anos atrás. Os membros do juri que decidiu o caso alegaram que a companhia cometeu fraude, negligência e conspiração. O julgamento durou três semanas.

Advogado da família Fox, Jere Beasley afirmou, durante uma teleconferância com jornalistas, que a Johnson & Johnson "sabia do risco já na década de 1980" e ainda recorreu a "mentir ao público, mentir para as agências reguladoras".



Já a porta-voz da organização, Carol Goodrich, disse que não há provas de que os produtos possam causar algum tipo de câncer.

— Estamos desapontados com o resultado do julgamento. Somos solidários à família, mas acreditamos firmemente que a segurança do nosso talco cosmético é comprovada por décadas de evidências científicas — afirma ela.

Já estão marcados para este ano vários julgamentos de vários processos relacionados a talcos que possivelmente causaram câncer, segundo a advogada Danielle Mason, que também defendeu a família Fox no tribunal.

Em outubro de 2013, o júri federal do Estado da dakota do Sul chegou a decidir que o uso ao longo de anos de produtos Johnson & Johnson's body powder pela americana Deane Berg lhe teriam provocado câncer de ovário. No entanto, nenhuma indenização foi exigida.


FONTE: O Globo

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Executivo ligado à Odebrecht foi preso ao tentar esvaziar cofre na Suíça

O juiz Sérgio Moro vai pedir a extradição do executivo Fernando Migliaccio da Silva, ligado à Odebrecht, que está preso na Suíça desde o último dia 17. O executivo foi preso por autoridades suíças ao tentar encerrar contas e esvaziar um cofre num banco em Genebra. O pedido partiu do Ministério Público Federal suíço.

Segundo os procuradores da força-tarefa, a prisão dele está vinculada às investigações das autoridades suíças sobre a atuação da Odebrecht naquele país e pode estar relacionada aos mesmos fatos apurados na Lava-Jato. As autoridades suíças desconheciam o mandado de prisão preventiva expedido no Brasil.



Migliaccio, segundo os investigadores da Lava-Jato, possui uma gama de empresas offshore e contas em pelo menos três bancos estrangeiros - PKB, Audi e Barclays, todos na Suíça. Ele é apontado como responsável por offshores e contas que foram usadas pela Odebrecht para pagar propina no exterior. A quebra de sigilo de e-mails usados pelo executivo mostrou que ele tinha poder para administrar uma conta usada pela Constructora Internacional Del Sur, que pagou propinas a dois ex-funcionários da Petrobras, Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco, ambos delatores da Lava-Jato. 

Ele também administrava uma conta em nome da offshore Klienfeld, também usada para transferir propinas para Barusco e Costa. Os documentos que comprovam a administração das contas foram obtidos com a quebra de sigilo de dois e-mails usados pelo executivo, um deles da própria Odebrecht. Segundo a PF, os documentos foram digitalizados dentro da empresa.

Uma das contas da Klienfeld foi usada para transferir dinheiro também para o publicitário João Santana e para a mulher dele, Mônica Moura. O casal recebeu por meio da offshore ShellBill, que mantinha conta no banco Heritage. Segundo o Ministério Público Federal, Migliaccio foi transferido para os Estados Unidos depois de iniciadas as investigações da Lava-Jato, no segundo semestre de 2014. No primeiro semestre de 2015 esteve no Brasil, mas voltou para os Estados Unidos depois que foram feitas buscas e apreensões na Odebrecht, em junho de 2015. A Odebrecht pagou todas as despesas e providenciou os vistos.

Migliaccio foi funcionário da Odebrecht até 2015. Apesar de ter se desligado formalmente da empresa, o MPF apreendeu documentos que mostram que ele continuou a receber salário. A casa onde Migliaccio mora, na Flórida, foi adquirida por uma das offshores abertas por ele. Para os investigadores, a mudança de Migliaccio foi uma das "manobras orquestradas por Marcelo Odebrecht e seus funcionários", destinadas a dificultar ações de investigação das autoridades brasileiras.



O atual presidente da construtora Norberto Odebrecht, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, segundo a Polícia Federal, era a pessoa acionada pelo empresário Marcelo Odebrecht para tratar de assuntos referentes ao meio político, inclusive apoio financeiro. Nas mensagens por celular apreendidas pela Lava-Jato os investigadores verificaram pelo menos uma referência a um pagamento de R$ 100 mil a uma autoridade com foro privilegiado.

A troca de mensagem entre os dois também faz menção a uma "conta Pós Itália", que, segundo despacho do juiz Sérgio Moro, pode ser uma referência à pagamentos posteriores aos que constam na planilha do "programa italiano", onde eram anotados os pagamentos de propina. Ao confrontar anotações do empresário Marcelo Odebrecht com a planilha, a Polícia Federal identificou reuniões ocorridas em outubro de 2010 e abril de 2011. Numa delas, o ex-ministro José Dirceu, denunciado na Lava-Jato, se encontrou com um dos executivos da Odebrecht.

Para o juiz, a referência feita na planilha de maneira cifrada, com apenas iniciais de nomes, e a reunião com Dirceu "constituem indícios de envolvimento deles em atividade criminal perpetrada pela Odebrecht". Quando as mensagens foram interceptadas, Benedicto Barbosa comandava a Odebrecht Infraestrutura.


FONTE: O Globo