sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Robô armado caça terroristas do ISIS

Qual a melhor e mais segura maneira de combater grupos terroristas em solo? Bom, como estamos no século XXI, a resposta pode estar nos robôs de guerra — mas tire da cabeça a imagem daqueles gigantes de Pacific Rim (Círculo de Fogo). De acordo com o Baghad Post e o Defense One, o Alrobot é um robô desenvolvido no Iraque e preparado para combate que será utilizado para atacar grupos terroristas do ISIS (Estado Islâmico). A nova arma foi apresentada em um vídeo que você encontra mais para baixo.



O Alrobot possui quatro câmeras que dão uma visão 360°, uma metralhadora automática e um lança-foguetes Katyusha para destroçar os combatentes do EI. O robô não é tripulado, por isso, é necessário um notebook e link de rádio para comandá-lo — segundo a fonte, ele pode ser comandado a quilômetros de distância. 

Inicialmente, o robô armado será utilizado para atacar as forças do ISIS em Mossul, na área norte do Iraque, bem próxima da Síria. O Baghad Post comenta que são dois irmãos os desenvolvedores da arma de guerra, mas que os nomes não foram revelados. Ainda, que o governo iraquiano já realizou testes e o Alrobot deve ser utilizado em breve.


FONTE: Tecmundo


Alemanha Aconselha que Seus Cidadãos Armazenem Água e Comida

O Ministério do Interior da Alemanha recomendou aos cidadãos de seu país que armazenem água e alimentos em caso de um possível ataque ou catástrofe. As recomendações foram feitas através de um documento chamado "Conceito da Defesa Civil".



De acordo com o jornal Deutsche Welle, que cita uma proposta do texto "Conceito da Defesa Civil", um documento de 69 páginas elaborado pelo Ministério do Interior, que incentiva os alemães a armazenarem reservas de água e alimentos para poderem se alimentar em caso de emergência. O plano também indica a importância de dispor de sistemas de alarmes seguros, reforçar os edifícios e garantir o correto funcionamento dos sistema sanitário para aumentar o nível de segurança no país.

Além disso, uma das prioridades é defender o exército alemão, revelou o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung. O documento de 69 páginas não prevê um possível ataque em território que necessite de um sistema convencional de defensa nacional. No entanto, as medidas preventivas exigem que a população prepare-se apropriadamente para uma ameça que possa "acabar com nossa existência" e que possa ocorrer no futuro.

Esta é a primeira vez desde o período da Guera Fria que o governo alemão sugere que seus cidadãos tomem medidas de sobrevivência.


FONTE: Anti Nova Ordem Mundial

PF indicia Lula e Marisa no inquérito do tríplex no Guarujá

A Polícia Federal indiciou nesta sexta-feira o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a mulher dele, Marisa Letícia, no inquérito que investiga o tríplex do Condomínio Solaris, no Guarujá, litoral paulista. Além do casal, foram indiciados Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS; Paulo Gordilho, diretor da empreiteira, e Paulo Okamoto, do Instituto Lula. Investigadores afirmam que Lula teria recebido vantagens de empreiteiras envolvidas no cartel da Petrobras.



É primeira vez que Lula é formalmente indiciado pela força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba. O ex-presidente já havia sido alvo de indiciamento em Brasília, na ação que apura uma suposta obstrução à justiça. O Ministério Público Federal pediu 90 dias para oferecer denúncia no caso. Lula é alvo de pelo menos mais duas investigações na Lava-Jato que apuram a compra e reforma do sítio Santa Bárbara, em Atibaia,. e os pagamentos feitos por empreiteiras à LILS, empresa de palestras do ex-presidente.

O inquérito apurou prática de corrupção e lavagem de dinheiro nas reformas e aquisição de mobiliário no apartamento 164 do edifício Solaris, no Guarujá, e pagamento de vantagens ilíticas feito pela OAS, que pagou o depósito da Granero onde o acervo presidencial foi armazenado. A PF estimou o valor das melhorias no triplex em R$ 1,116 milhão e o imóvel foi avaliado entre R$ 1,035 milhão e R$ 1,372 milhão. Segundo os investigadores, o imóvel pertence a Lula.



A PF se baseou em mensagens no qual o diretor da OAS afirma que o projeto projeto da cozinha do "chefe" está pronto, referindo-se à cozinha do sítio de Atibaia, e Léo Pinheiro questiona se projeto de Guarujá também esta pronto, "referência clara existência de outro projeto de cozinha para imóvel localizado no Guarujá". A PF afirma que identificou ainda um email com plantas do edifício Solaris encaminhada a Fernando Bittar, que aparece como um dos sócios do sítio de Atibaia, encaminhadas por Paulo Gordilho, embora Bittar tenha dito em depoimento que nada tem a ver com o imóvel do Guarujá.

Nos emails encaminhados por Gordilho a Bittar, seria ele o responsável por apresentar os projetos dos móveis planejados à "dama", identificada como Marisa Letícia. "Nesse cenário, seria razoável até que Fernando Bittar recebesse as plantas do Sítio em Atibaia mas não se justifica que mesmo tenha recebido plantas de um imóvel ao qual assevera não possuir qualquer relação. De acordo com a PF, dados armazenados no celular de Léo Pinheiro mostram que a OAS Investimentos teria aberto dois centros de custos para inserir os gastos com as obras do sítio de Atibaia e do apartamento do Guarujá, denominados "sítio" e "praia".


FONTE: O Globo

Saneamento do Rio de Janeiro será privatizado, estrangeiros entram na disputa

A proposta de concessão do serviço de saneamento do Estado do Rio à iniciativa privada despertou o interesse das principais companhias que atuam no setor. A Aegea e a Águas do Brasil, entre as maiores do segmento e que já têm operações em municípios fluminenses, afirmam que vão participar da licitação. Dependendo dos termos finais do modelo, que ainda não está concluído, o processo deve atrair também grupos internacionais, segundo analistas.



O formato apresentado pelo BNDES ao governo do estado prevê dividir o Rio em quatro áreas geográficas para conceder a distribuição de água e os serviços de coleta e tratamento de esgoto. A Cedae continuaria a atuar na produção, tratamento e transporte de água até as adutoras. O projeto do banco usa o sistema de subsídio cruzado. Assim, a cidade do Rio será uma região âncora, na qual a tarifa cobrada pela água à concessionária custará mais caro, sem elevar o preço ao consumidor. Isso ajudaria a subsidiar as operações nas outras áreas.

— A Aegea tem apetite para levar uma ou todas as (quatro) regiões. A modelagem (da concessão) é inteligente e deve voar. Há vários países no mundo onde já é praticado algo semelhante, como em Portugal — afirma Hamilton Amadeo, presidente da companhia. — Temos hoje capacidade ilimitada de financiamento — diz ele, ponderando que a Aegea conta com recursos do Fundo Soberano de Cingapura e do fundo de investimento em infraestrutura ligado ao Banco Mundial.



A Aegea atua em 44 municípios do Brasil. No Rio, opera com a Prolagos, concessionária de água e esgoto em Cabo Frio, Búzios e São Pedro da Aldeia, além do serviço de água em Arraial do Cabo, todos municípios da Região dos Lagos. E, desde novembro de 2015, atua também na Baixada Fluminense, no serviço de esgoto de São João de Meriti. No primeiro semestre do ano, a Aegea registrou lucro de R$ 81,1 milhões, alta de 90% sobre janeiro a junho do ano passado.

— O modelo proposto pelo BNDES é lógico. Os serviços de água e esgoto têm de estar juntos porque isso torna a operação mais eficiente, tanto em agilidade de investimento quanto em redução de tarifas. É como um subsídio cruzado — destaca José Carlos Sussekind, presidente do conselho e um dos fundadores da Águas do Brasil.

As condições do edital, disse ele, vão determinar como será a participação na licitação da Cedae:

— A divisão em quatro regiões geográficas é sábia. Permite a participação de mais empresas e investidores. As condições vão dizer se investimos em uma, mais ou em todas as regiões.


CRISE FISCAL ESTIMULA ENTRADA DO SETOR PRIVADO

A Águas do Brasil está presente em 15 municípios do país, sendo dez deles no Rio, distribuídos em oito concessões. Águas de Niterói e Águas de Juturnaíba, que cobre Araruama, Saquarema e Silva Jardim, na Região dos Lagos, estão entre elas. As duas concessões cobrem os serviços de distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto.



Além das duas concessionárias que já confirmaram o interesse, outras empresas devem disputar a concessão fluminense, inclusive estrangeiras, segundo especialistas. A Odebrecht Ambiental — que atua ao lado da Águas do Brasil no saneamento de 21 bairros da cidade do Rio, por meio da Foz Águas — é citada. Informações de mercado, porém, apontam que ela está em negociação para ser vendida à canadense Brookfield. Procurada, a Odebrecht Ambiental não comentou.

A lista de possíveis interessados inclui ainda a GS Inima Brasil, subsidiária do Grupo GS, da Coreia do Sul, as francesas Suez e Veolia, e a espanhola Acciona. Para analistas, essas companhias poderiam investir sozinhas ou como integrantes de consórcios, ao lado de grupos nacionais.

— O modelo proposto não é novo. Mas oferece um pacote muito atraente. As grandes do setor no país vão entrar na disputa. A Aegea é a mais capitalizada. Mas estrangeiras como as japonesas Mistui e Mitsubishi já demonstraram interesse em saneamento. A espanhola Ferrovial também — destaca Jacy Prado, sócio da BF Capital.



Ele afirma já ter recebido consultas de ao menos quatro companhias do Japão sobre oportunidades em saneamento no Brasil.

No mercado, a divisão da concessão em quatro áreas é vista como um facilitador ao processo, já que a demanda em investimentos é robusta.

— A Cedae é uma empresa ineficiente. Ela é ruim em distribuição de água. Em esgoto, é péssima. Além disso, só na Região Metropolitana do Rio, seria preciso investir R$ 15 bilhões em esgoto. Mas, com a atual situação de caixa do estado, a participação privada é uma necessidade de ordem financeira — pontua Paulo Canedo, coordenador do Laboratório de Hidrologia da Coppe/UFRJ.

Para ele, as experiências em áreas concedidas à iniciativa privada mostram avanço, mas também pedem controle rígido:

— Não é ótimo, ainda não é bom, mas já é melhor. Mas é preciso criar mecanismos para garantir que se fará uma troca eficiente, com condições contratuais e metas pré-definidas a serem cumpridas. O controle social seria fundamental.



Para o presidente do Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon), Alexandre Lopes, o incentivo do governo federal às negociações por meio das empresas estaduais pode ajudar a estimular este mercado das parcerias público-privadas.

— A maioria dos contratos até agora era negociado município por município. Quando o governo federal quer estimular as parcerias com as empresas estaduais, abre a possibilidade de licitações que envolvam mais cidades — afirma Lopes, ponderando que é preciso conhecer as condições da proposta.

A cautela é compartilhada pelo sócio da GO Associados, Pedro Scazufca, embora o interesse seja forte. O crescimento expressivo das companhias nos últimos anos, segundo ele, explica o interesse:

— As empresas cresceram muito e têm potencial para crescer mais. Elas adquiriram concessões, se fortaleceram e têm apetite para investir.

A economista da área de projetos e pareceres da Tendências Consultoria, Carla Rossi, ressalta que a participação do setor privado no saneamento básico ainda é muito baixa, uma das menores entre os setores da infraestrutura, o que sugere o potencial existente. Segundo a Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon), são apenas 316 municípios brasileiros com participação privada, ou 5% do total.

— Um dos estímulos para a entrada mais agressiva do setor privado no saneamento é a questão fiscal. Municípios e estados vivem uma falência das finanças públicas, sem capacidade de investir. E a situação do saneamento é muito precária no país — diz Carla.


FONTE: O Globo

Lewandowski suspende sessão do impeachment após bate-boca

O Primeiro momento de maior tensão hoje (25) no julgamento do processo de impeachment, no Senado, contra a presidenta afastada Dilma Rousseff levou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, a suspender a sessão por alguns minutos para tentar restabelecer a ordem. A confusão começou quando a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR) afirmou que nenhum senador tem condições morais para julgar o afastamento permanente de Dilma.



"Aqui não tem ninguém com condições para julgar ninguém. Qual a moral do Senado para julgar uma presidente da República?", disse, visivelmente exaltada. A declaração foi interrompida pela manifestação indignada de outros senadores longe do microfone, entre eles, Ronaldo Caiado (DEM-GO), a quem Gleisi respondeu acusando: "o senhor é do trabalho escravo", disse ao microfone.

Gleisi rebatia o senador Magno Malta (PR- ES), a quem coube colocar o contraponto a uma das questões de ordem apresentadas por aliados de Dilma que afirmaram que o impeachment é defendido para blindar o presidente interino, Michel Temer, e alguns integrantes de seu governo citados em delações da Lava Jato.


Lata e lixo

"É o sujo falando do mal lavado. É a lata e o lixo. Não sou do PMDB, não sou do PSDB,  que são os inimigos declarados do processo eleitoral", disse. Sobre gravações que estão sendo reveladas ao longo das investigações, Malta atacou: "se valesse alguma coisa, Aloizio Mercadante deveria estar preso".



Diante do bate-boca estabelecido, com a volta dos trabalhos, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) pediu serenidade nas discussões para que as testemunhas começassem a ser ouvidas.  Ao retomar a sessão, Lewandowski anunciou o indeferimento da questão de ordem da senadora Fátima Bezerra (PT-RN) que voltou a apontar suspeição do relator, Antonio Anastasia (PSDB-MG), pelo vínculo com o partido tucano, a quem aliados de Dilma atribuem a autoria do processo.



"Isto não é democracia. É um tribunal de exceção", acusou. Aliada do governo Temer, Simone Tebet (PMDB-MS) disse que a alegação revela "medo" dos contrários ao processo e afirmou que a questão já foi decidida por todas as instâncias que receberam recursos no mesmo sentido. O ministro Lewandowski também indeferiu pedido feito pela senadora Vanessa Graziotin (PCdoB-AM) que solicitou a impugnação do procurador Júlio Marcelo de Oliveira, primeira testemunha a falar na sessão de hoje, afirmando que ele teria um posicionamento parcial. Lewandowski negou o pedido dizendo que Júlio Marcelo "possui idoneidade e capacidade técnica para apresentar testemunho".

A sessão foi aberta por volta de 9h35 e até o momento só foram apresentados pedidos de esclarecimentos sobre a sessão. Ainda hoje, quatro testemunhas serão arroladas pela acusação e pela defesa.


FONTE: Notícias Terra

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

H1N1 já matou 1.775 pessoas este ano no Brasil, segundo ministério

Desde o início de 2016 até o dia 13 de agosto, 1.775 pessoas já morreram por H1N1 no Brasil, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. Em 2009, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou pandemia por esse subtipo de influenza, o Brasil registrou 2.060 mortes por H1N1 ao longo do ano todo.




O estado mais afetado foi São Paulo, que teve 737 óbitos por H1N1, seguido por Paraná, com 206 mortes e Rio Grande do Sul, com 182 mortes. No ano passado inteiro, o país registrou 36 mortes por H1N1; em 2014, tinham sido 163 mortes e, em 2013, 768 óbitos pelo vírus.
Ao todo, foram notificados 9.635 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza A/H1N1 ao longo de 2016. 




A SRAG é uma complicação da gripe. Houve ainda 1.080 casos de SRAG por outros tipos de influenza. Além das mortes pela influenza A/H1N1, houve 169 mortes por outros tipos de influenza. Esta semana, uma atleta indiana que esteve na Olimpíada do Rio foi diagnosticada com H1N1 depois de ser internada em um hospital de Nova Délhi, na Índia.


Vírus chegou antes do previsto

Este ano, o vírus chegou antes do previsto, atingindo uma população vulnerável por ainda não ter tomado a vacina. Segundo o Ministério da Saúde, 49,9 milhões de pessoas já receberam a vacina de gripe este ano, número que superou a meta de imunizar 80% do público prioritário do país. Especialistas discutem várias hipóteses que podem explicar a antecipação da chegada do vírus, que vão desde fatores climáticos até o aumento de viagens internacionais que podem ter trazido o H1N1 que circulava no hemisfério norte. Mas não há uma explicação definitiva para a chegada precoce do vírus.


Veja o número de mortos por H1N1 no Brasil por estado:

Brasil: 1.774
SP: 737
PR: 206
RS: 182
MG: 122
SC: 100
MS: 87
GO: 76
RJ: 65
ES: 44
PA: 26
BA: 26
DF: 18
PE: 15
MT: 14
CE: 13
PB: 11
RN: 7
AL: 7
AC: 5
AM: 4
AP: 4
RO: 2
RR: 1
MA: 1
PI: 1


FONTE: G1 Globo

"É o sujo falando do mal lavado", diz Magno Malta na sessão do impeachment

"É o sujo falando do mal lavado. É a lata e o lixo. Não sou do PMDB, não sou do PSDB,  que são os inimigos declarados do processo eleitoral", disse. Sobre gravações que estão sendo reveladas ao longo das investigações, Malta atacou: "se valesse alguma coisa, Aloizio Mercadante deveria estar preso".




FONTE: Notícias Terra